uRBaN_iDaDes (Huelva): dois quarteirões de poemas e diálogos.

23 05 2012
By Francisco J. Barral (recopilación)

uRBaN_iDaDes Como continuación a la información publicada en este Blog por la Biblioteca Provincia de Huelva, es un placer informar que, como almas gemelas en ambas orillas del Guadiana, se efectuará la presentación de este interesante libro en Huelva.

Para todos los que no se enteraron en aquella ocasión, no pudieron asistir o bien desean repetir la experiencia.

El acto de presentación tendá lugar, más concretamente, según la invitación por parte de sus autores (coordinadores del Club de Lectura en Lengua Portuguesa), en la Biblioteca Provincial de Huelva, el próximo miércoles 30 de mayo de 2012, a las 20:00.

Como continuação à informação publicada neste Blog pela Biblioteca Província de Huelva, é um prazer informar que, como almas gémeas em ambas orlas do Guadiana, efetuar-se-á a apresentação deste interessante livro em Huelva.

Para todos os que não se inteiraram naquela ocasião, não puderam assistir ou bem desejam repetir a experiência.

O ato de apresentação tendá lugar, mais concretamente, segundo o convite por parte de seus autores (coordenadores do Clube de Leitura em Língua Portuguesa), na Biblioteca Provincial de Huelva, na próxima quarta-feira 30 de Maio de 2012, às 20:00.

PD.- A los interesados, se ruega permanezcan atentos, en las fechas próximas, por si se produjera algún cambio.  Gracias  /  Aos interessados, roga-se permaneçam atentos, nas datas próximas, por se produzisse-se alguma mudança. Obrigado.





25 abril … Revolução dos Cravos

25 04 2012

By Francisco J. Barral

Hoje faz 38 anos da revolução chamada dos cravos, já que ainda que propiciada pelos militares, foi seguida por praticamente todo a sociedade, estabelecendo como símbolo de não violência a colocação dos cravos nas armas.

Era uma vez um país cinzento onde nada acontecia… Ou melhor, as coisas e as pessoas aconteciam e nasciam, mas logo que acabavam de acontecer e de nascer, a cor era-lhes retirada, tudo passava a ser cinzento como nos noticiários da televisão da época. Até que…” (www.vidaslusofonas.pt)

“O levantamento militar do dia 25 de Abril de 1974 derrubou, num só dia, o regime político que vigorava em Portugal desde 1926, sem grande resistência das forças leais ao governo, que cederam perante o movimento popular que rapidamente apoiou os militares. Este levantamento é conhecido por 25 de Abril ou Revolução dos Cravos. O levantamento foi conduzido pelos oficiais intermédios da hierarquia militar (o MFA), na sua maior parte capitães que tinham participado na Guerra Colonial. Considera-se, em termos gerais, que esta revolução devolveu a liberdade ao povo português (denominando-se “Dia da Liberdade” ao feriado instituído em Portugal para comemorar a revolução).” (topazio1950.blogs.sapo.pt)

“Às 5.45, num comunicado mais extenso reforça-se o que foi dito nos anteriores, e apela-se para o civismo de todos os portugueses no sentido de ser evitado qualquer confronto armado. Nos intervalos, cantam José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, José Jorge Letria, Francisco Fanhais, Luís Cília, José Mário Branco. Os Portugueses adormeceram cinzentos e escravos num país cinzento onde nada acontecia. A madrugada vai-se enchendo de sons e de cores. Os Portugueses acordam noutro país. Um país onde tudoacontece. (www.vidaslusofonas.pt)

“Recordando um militar de Abril que serviu sem se servir: Salgueiro Maia. 

Foi muito injustiçado. Acho exemplares (e bem próprias de um militar) as palavras com que se dirigiu na madrugada de 25 de Abril de 74, na parada da Escola Prática de Cavalaria, em Santarém aos seus soldados:
“Meus senhores, como todos sabem, há diversas modalidades de Estado. Os estados sociais, os corporativos e o estado a que chegámos. Ora, nesta noite solene, vamos acabar com o estado a que chegámos! De maneira que, quem quiser vir comigo, vamos para Lisboa e acabamos com isto. Quem for voluntário, sai e forma. Quem não quiser sair, fica aqui!”
Todos os 240 homens que ouviram estas palavras, formaram de imediato à sua frente e acompanharam-no na marcha para Lisboa.”  (acincotons.blogspot.com.es)




Radios del mundo …

11 04 2012

Clicando na imagem você pode acessar centenas, talvez milhares, de estações de rádio e televisão em todo o mundo … e em todos os idiomas. Por exemplo, em Portugal, existem cerca de 145 estações de rádio.

Eu acho que é um bom recurso para a prática de línguas e também para desfrutar de música e notícias de todo o mundo. Boa audição!

 

 

Pulsando sobre la imagen podemos acceder a cientos, e incluso miles, de emisoras y cadenas de televisión en todo el mundo… y en todos los idiomas. Por ejemplo, de Portugal hay unas 145 emisoras de radio.

Creo que es un buen recurso para practicar idiomas y también para disfrutar de músicas y noticias de todo el mundo. ¡Buena escucha!





Uma das mais belas livrarias

20 03 2012

Francisco J. Barral (recopilacion)

A Livraria Lello e Irmão, reconhecida como uma das mais belas livrarias do mundo

“A Livraria Lello e Irmão, também conhecida como Livraria Chardron ou simplesmente Livraria Lello, situa-se na Rua das Carmelitas 144, na freguesia da Vitória da cidade do Porto, em Portugal.

Em virtude do seu ímpar valor histórico e artístico, a Lello tem sido reconhecida como uma das mais belas livrarias do mundo por diversas personalidades e entidades, casos do escritor espanhol Enrique Vila-Matas, do jornal britânico The Guardian e da editora australiana de guias de viagens Lonely Planet.”

“A empresa remonta à fundação da “Livraria Internacional de Ernesto Chardron”, em 1869, na Rua dos Clérigos, n.º 296-298, no Porto. Antigo empregado da Livraria Moré, o cidadão francês Ernesto Chardron alcançou projeção como editor, sendo o primeiro a publicar grande parte das obras de Camilo Castelo Branco e outras de relevo na época, como o Tesouro da Literatura Portuguesa, de Frei Domingos Vieira. Após o imprevisto falecimento do fundador, aos 45 anos de idade, a casa-editora foi vendida à firma “Lugan & Genelioux, Sucessores” que, pouco depois, ficou com Mathieux Lugan como seu único proprietário.o na época, como o Tesouro da Literatura Portuguesa, de Frei Domingos Vieira. “

“A 30 de junho de 1894 Mathieux Lugan vendeu a antiga Livraria Chardron a José Pinto de Sousa Lello que, associado ao seu irmão António Lello, manteve a Chardron com a razão social de “Sociedade José Pinto Sousa Lello & Irmão”.” (…) “Com projeto do engenheiro Francisco Xavier Esteves, no dia 13 de janeiro de 1906 inaugurou-se o novo edfício da Livraria Lello, no número 144 da Rua das Carmelitas, causando grande impacto no meio cultural da época.”

“Com o objetivo de se adaptar aos tempos presentes, a livraria modernizou-se, criando-se uma nova sociedade — Prólogo Livreiros, S.A. —, da qual faz parte um dos herdeiros da família Lello. Todo o espaço foi restaurado em 1995, o serviço foi atualizado e informatizado, tendo também sido criado um espaço de galeria de arte e de tertúlia que se tem afirmado como um importante polo cultural da cidade do Porto.”

“Concebido segundo projeto do engenheiro Xavier Esteves, a Livraria Lello é um dos mais emblemáticos edifícios do neogótico portuense, destacando-se fortemente na paisagem urbana envolvente. Trata-se de um conjunto em que a arquitetura e os elementos decorativos deixam transparecer o estilo dominante no início de século XX.

A fachada apresenta um arco abatido de grandes dimensões, com entrada central e duas montras laterais. Acima, três janelas rectangulares ladeadas por duas figuras pintadas por José Bielman, representando a “Arte” e a “Ciência”. Uma platibanda rendilhada remata as janelas, terminando a fachada em três pilastras encimadas por coruchéus, com vãos de arcaria de gosto neogótico. A decoração é complementada por motivos vegetais, formas geométricas e a designação “Lello e Irmão”, sob as janelas.

No interior, os arcos quebrados apoiam-se nos pilares em que, sob baldaquinos rendilhados, o escultor Romão Júnior esculpiu os bustos dos escritores Antero de Quental, Eça de Queirós, Camilo Castelo Branco, Teófilo Braga, Tomás Ribeiro e Guerra Junqueiro. Os tetos trabalhados, o grande vitral que ostenta o monograma e a divisa da livraria “Decus in Labore” e a escadaria de grandes dimensões de acesso ao primeiro piso são as marcas mais significativas da livraria.” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Livraria_Lello_e_Irm%C3%A3o)

Y también un resumen en castellano:

“La empresa se fundó en 1869 bajo el nombre de “Librería Internacional de Ernesto Chardron” (Livraria Internacional de Ernesto Chardron) en la Rua dos Clérigos. Tras la inesperada muerte de su fundador, a los 45 años de edad, se vendió a la firma “Lugan & Genelioux Sucessores”.

En 1881, José Pinto de Sousa Lello estableció una librería en la rua do Almada.

En 1894 Mathieux Lugan vendió la antigua Librería Chardron a José Lello que, en asociación con su hermano, António Lello, renombró la librería a “Sociedade José Pinto Sousa Lello & Irmão”, cambiándose el nombre en 1919 por “Livraria Lello e Irmão” (Librería Lello y Hermano).

El actual edificio fue construido por el ingeniero Francisco Xavier Esteves y fue inaugurado en 1906. A la ceremonia de inauguración asistieron personalidades como Guerra Junqueiro, Leite de Vasconcelos y Afonso Costa.

Enrique Vila-Matas la describió como “la librería más bonita del mundo”, y en 2008 el periódico inglés The Guardian la calificó como la tercera librería más bonita del mundo.

Asimismo, las escenas de librería de las películas de Harry Potter se rodaron en ella.

Su fachada presenta detalles modernistas y neogóticos. En su interior destaca el yeso pintado imitando madera, la escalera de acceso a la planta superior y las grandes vidrieras del techo, que llevan el monograma y el lema de la librería: “Decus in Labore”.” (http://es.wikipedia.org/wiki/Librer%C3%ADa_Lello_e_Irm%C3%A3o)





corrector em português

14 02 2012
By Francisco J. Barral

Pode-se encontrar em internet uma versão de demonstração de um corretor on-line (ortográfico e sintáctico) de português europeu ou do Brasil, que pode verificar o texto sob o novo acordo ortográfico. Também leva em conta os estilos de escrita seguintes: formal, corrente e informal.

Ademais pode-se obter um resumo do novo acordo ortográfico na mesma página do corrector (pulsando sobre lá imagem à margem).

Basta digitar o texto, escolher as condições de teste para o aplicativo, polsar sob “Verificar Texto”, para analisá-lo e mostrar-nos os erros encontrados e as propostas de correção. Tenha em mente que este não é um tradutor, somente verifica as palavras não o significado, e essa é a vantagem deste método porque ele faz as correções, mas nós somos os que temos que escrever.

PD.- Graças ou tradutor do google e ou próprio corrector por seu ajuda para escrever este texto.





DA-II: “Patagonia desconocida”

13 02 2012
By Francisco J. Barral
(DA-I: significa “descargas autorizadas” y I, el número romano 1)

Linde Waidhofer, en su página en internet (aquí podéis acceder a ella), explica que acaba de publicar su último libro de fotografías de paisajes, en formato impreso y también en formato electrónico (ebook): “Unknown Patagonia, Chile’s Secret South” (Patagonia desconocida, el sur secreto de Chile).

Como protesta y concienciación por el paulatino deterioro y destrucción del medio ambiente en ese país austral y en el mundo entero, la autora autoriza la descarga gratuita de este precioso libro (ver la página de la autora), en inglés, castellano, alemán y también en portugués (podéis descargarlo en los enlaces anteriores, o libremente desde la página arriba citada).

Ella además dice:

 “Enjoy this eBOOK, then share it with your friends, and with anyone you know who cares about protecting rare and beautiful places. This is not a polemical book, but a visual celebration of one of the most amazing landscapes on our planet.”

(Si te gustó este libro, entonces compártelo con tus amigos y con cualquier que sepas que se preocupa por proteger lugares raros y bellos. No es un libro polémico, sino una celebración visual de uno de los más amenazados paisajes de nuestro planeta).

Realmente no deja de ser destacable el hecho de compartir gratuitamente parte de su trabajo, tan bello y cuidado, como una manera de devolver a su modelo (la Naturaleza), aquello de lo que se ha servido también gratuitamente, sus paisajes (ya sé que la publicidad obtenida también le vale, pero no desmejora sus acciones). Verdaderamente, debería “calar” este sentimiento de restitución en todos nosotros, y más en estos tiempos en los que impera el individualismo, el consumo (que no disfrute) y el “pasar por caja” para todo.

PD.- La traducción anterior es mía, así que excuso cualquier falta de exactitud. Además, indicar que en el propio libro se indica su carácter libre y gratuito, lo cual es un detalle ya que a veces los recursos que se facilitan gratuitamente sólo lo indican en el sitio en internet.





Heterónimos de Fernando Pessoa

22 01 2012
By Francisco J. Barral

 De este autor cabe decir, además de la calidad de su obra literaria, que creó diferentes personajes, con personalidades e historia distintas, escribiendo sus obras como si de ellos mismos se tratara. De esta forma quiso indicar quizás que estaba formado por distintas personalidades o gustos a los que daba salida de esta forma, o más bien que era capaz de crear no solo la obra sino también a sus autores. José Saramago, escribió una obra en la que uno de sus heterónimos (Ricardo Reis) muere después que Fernando Pessoa, como si tuviera vida propia, para representar quizás que su obra lo sobrevivió.

Este autor pode-se dizer, além da qualidade de sua obra literária, que criou personagens com personalidades e história diferentes, escrevendo suas obras como se fosse sua própria. Desta forma poderia indicar, talvez, que era composto depersonalidades e gostos diferentes para dar essa forma, ou melhor, foi capaz de criar não só o trabalho mas também seus autores. José Saramago escreveu um trabalho em que um dos seus heterónimos (Ricardo Reis) morre depois de Fernando Pessoa, como se tivesse vida própria, talvez para representar que seu trabalho sobreviveu a ele.

  
Fernando António Nogueira Pessoa (Lisboa, 13 de Junho de 1888 — Lisboa, 30 de Novembro de 1935), mais conhecido como Fernando Pessoa, É considerado um dos maiores poetas da Língua Portuguesa.
Por ter sido educado na África do Sul, para onde foi aos seis anos em virtude do casamento de sua mãe, Pessoa aprendeu perfeitamente o inglês, língua em que escreveu poesia e prosa desde a adolescência. Das quatro obras que publicou em vida, três são na língua inglesa. Fernando Pessoa traduziu várias obras inglesas para português e obras portuguesas.
Foi também empresário, editor, crítico literário, jornalista, comentador político, tradutor, inventor, astrólogo e publicitário, ao mesmo tempo que produzia a sua obra literária em verso e em prosa.” Lee el resto de esta entrada »







A %d blogueros les gusta esto: