Pablo Neruda “No te impidas ser feliz”

23 01 2013

Muere lentamente quien no viaja,
quien no lee,
quien no oye música,
quien no encuentra gracia en sí mismo.
Muere lentamente
quien destruye su amor propio,
quien no se deja ayudar.
Muere lentamente
quien se transforma en esclavo del hábito
repitiendo todos los días los mismos
trayectos,
quien no cambia de marca,
no se atreve a cambiar el color de su
vestimenta
o bien no conversa con quien no
conoce.
Muere lentamente
quien evita una pasión y su remolino
de emociones,
justamente estas que regresan el brillo
a los ojos y restauran los corazones
destrozados.
Muere lentamente
quien no gira el volante cuando esta infeliz
con su trabajo, o su amor,
quien no arriesga lo cierto ni lo incierto para ir
detrás de un sueño
quien no se permite, ni siquiera una vez en su vida,
huir de los consejos sensatos…
¡Vive hoy!
¡Arriesga hoy!
¡Hazlo hoy!
¡No te dejes morir lentamente!
¡NO TE IMPIDAS SER FELIZ!

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10 responses

23 01 2013
Inés Mª Díaz

Un buen consejo. Lo intentaremos, lo intentaremos.

23 01 2013
Biblioteca P. de Huelva

Gracias amiga por hacernos recordar esos sabios consejos salidos de la pluma de Neruda: Más de uno deberíamos tomar nota

23 01 2013
fjbarral

Se dice que el valiente no se entera cuando le llega la muerte mientras que el cobarde muere muchas veces, cada vez que no se atreve a vivir … por eso este poema nos lleva a la comprensión de que es inutil pasar la vida, hay que vivirla.
He encontrado esta versión recitada del poema en video:

24 01 2013
Biblioteca P. de Huelva

Bonito el poema, sí, pero no atribuible al gran poeta chileno sino a la autora brasileña Martha Medeiros. Así hemos podido confirmarlo desde la Biblioteca tras sospechar que se trataba de unos de esos poemas que circulan por Internet atribuidos falsamente a un autor distinto al que les dio vida. La “Fundación Pablo Neruda” confirma en su Web que varios poemas atribuidos a Neruda circulan por la red con total impunidad y con la velocidad que permiten el cable, la fibra óptica o las redes inalámbricas. Se trata de los poemas “Muere lentamente” de la autora Martha Medeiros, publicado originalmente con el título “A morte devagar”, la estrofa divulgada hasta la saciedad “Queda prohibido” inscrito en el Registro de la Propiedad Intelectual por Alfredo Cuervo Barrero y “Nunca te quejes” cuyo autor desconocemos. A Neruda lo que es de Neruda, a cada autor su legítimo texto y el espíritu alerta para contrastar lo que nos llega al buzón de correos, al movil, al blog, a facebook.

24 01 2013
EncarnaEncarna

Bueno, no hay mal que por bien no venga. A Martha Medeiros no la conocía y, si un error es el camino para seguir aprendiendo….genial¡

24 01 2013
Encarna

Para compensar el error, os traslado el poema en su lengua natal. Disculpas a Martha Medeiros, aunque no creo que le vayan a llegar y a l@s lectores de este blog.

A morte devagar

Morre lentamente quem não troca de idéias, não troca de discurso, evita as próprias contradições.

Morre lentamente quem vira escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto e as mesmas compras no supermercado. Quem não troca de marca, não arrisca vestir uma cor nova, não dá papo para quem não conhece.

Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru e seu parceiro diário. Muitos não podem comprar um livro ou uma entrada de cinema, mas muitos podem, e ainda assim alienam-se diante de um tubo de imagens que traz informação e entretenimento, mas que não deveria, mesmo com apenas 14 polegadas, ocupar tanto espaço em uma vida.

Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto no branco e os pingos nos is a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não acha graça de si mesmo.

Morre lentamente quem destrói seu amor-próprio. Pode ser depressão, que é doença séria e requer ajuda profissional. Então fenece a cada dia quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem não trabalha e quem não estuda, e na maioria das vezes isso não é opção e, sim, destino: então um governo omisso pode matar lentamente uma boa parcela da população.

Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe.

Morre muita gente lentamente, e esta é a morte mais ingrata e traiçoeira, pois quando ela se aproxima de verdade, aí já estamos muito destreinados para percorrer o pouco tempo restante.
Que amanhã, portanto, demore muito para ser o nosso dia. Já que não podemos evitar um final repentino, que ao menos evitemos a morte em suaves prestações, lembrando sempre que estar vivo exige um esforço bem maior do que simplesmente respirar.

Martha Medeiros.

22 11 2013
blondy

maravilloso

27 07 2014
Viviana Arroyo

Hermoso el poema.

29 08 2014
Bernardo

Esta buenisimo!

5 01 2016
Jose Rodriguez

que poemaa………….

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