Vergílio Ferreira, Contos

26 01 2011

Vergílio Ferreira

Olá a todos,

Apesar do bem-estar geral que causou a nossa anterior escritora( Lídia Jorge), esta há já muito  referência e parte fundamental da rica história literária portuguesa, agora  também conhecida nossa e de qual criadora temos o prazer de ser contemporâneos, como vem fazendo, despertaria ideias latentes e sinceros interesses, dentro e fora dos nossos grupos de leitura,  pela sua carreira, pela sua particular pena e acutilância. Despedimo-nos dela com a promessa de voltarmos. Assim, infelizmente,  encerramos agora o ciclo Lídia Jorge, e seguiremos agora corajosos sem nostalgia porque nos estaremos confrontando com obras de outro enormíssimo da criaçao literária portuguesa, outro invicto da arte escrita portuguesa, o infelizmente decesso, Vergílio Ferreira. A resenha de sua vida literária e pessoal podem encontrá-la em qualquer buscador de web por mais básico que esse seja. É ganhador do Prémio Camoes em 1992 – este o mais alto galardao da literatura em Portugal,  prémio que posteriormente,  também,  muito merituosamente, seria ganho pelas nossas  duas anteriores autoras Sophia de Mello Breyner Andresen e Lídia Jorge. Nao o esqueça. Nao lhe faltaria nem mérito nem prestígio e, como todo o astro cuja essência seja  brilhar, subsiste sua luz eterna,  matéria dos grandes génios, para iluminar aos que felizmente o sigam. Materialmente, portanto, apaga-se na capital de seu país em 1996, deixando atrás de si uma  imortalidade artística venerável cimentada com cerca de 50 publicaçoes – o que sao muitas horas de criaçao para deleite de todos os que o busquem. 1916 a 1996 foi lapso temporal  bastante para criar-se e recriar-se e expressar-se  de forma tal a ficar-se para sempre, ad eternum. E nós, iniciados nestas coisas, contactaremos com seu humor, imaginaçao e ironia criativa revelados em “Contos”, obra de 1976, período pós-revolucionário português. Leremos, de momento,  “Linha Quebrada”, “Palavra mágica” e “O sexto filho”, todos da obra  (Vergílio Ferreira, Contos, Bertrand Editora, 1999) que em breve os comentaremos aqui.

Para uma muito agradável leitura, aqui ficam alguns títulos do autor:   O CAMINHO FICA LONGE (1943); ONDE TUDO FOI MORRENDO(1944); VAGAO <<J>>(1946); MUDANÇA(1949); A FACE SANGRENTA(1953); MANHA SUBMERSA(1953); APELO DA NOITE (1963), NÍTIDO NULO(1971); APENAS HOMENS(1972); UMA ESPLANADA SOBRE O MAR(1986); CARTAS A SANDRA(1996) nao devendo  esquecer-se o leitor que Vergílio Ferreira deixa escritas cerca de 50 obras, um número exorbitante que seria deslocado mencioná-las aquí todas. Obrigado.   

Até já

Jorge da Veiga

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